Já nem me lembrava deste. Ouvi muito disto quando era miúdo (quem não ouviu?) Olhando para isto hoje, aquele material todo parece saído de um filme série-B de ficção científica, da década de 70 (“Dark Star” comes to mind). E fica também confirmada a importância que os alemães tiveram para o desenvolvimento da pop de década de 80 em diante. Enquanto os Tangerine Dream inventavam novos sons, os Kraftwerk separavam o supérfluo do essencial.
João Salaviza e Renée Nader Messora foram para o miolo do Brasil, rodaram um filme agora estreado ( Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos ) e montaram exposição ( Carõ: Multidões da Floresta ). Encontrei-me com eles em Guimarães e deu nisto, para a Notícias Magazine .
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Olhando para isto hoje, aquele material todo parece saído de um filme série-B de ficção científica, da década de 70 (“Dark Star” comes to mind).
E fica também confirmada a importância que os alemães tiveram para o desenvolvimento da pop de década de 80 em diante. Enquanto os Tangerine Dream inventavam novos sons, os Kraftwerk separavam o supérfluo do essencial.