Mensagens

Em Breve...

Só para avisar que, daqui a nada, isto estará a funcionar. E que daqui a nada haverá novos contactos de e-mail UM. E que daqui a nada poderão encontrar o UM em mais sítios e em mais algumas cidades. E que daqui a mais um poucochinho haverá redacção a sério e tudo. E que, como manda a sensatez e a proximidade dos sítios onde as coisas acontecem e/ou são decididas, a redacção do UM, jornal nacional, pousará num centro de uma cidade. Da cidade do Porto. E que daqui a uma nesga de dias os assinantes da nossa pseudo-newsletter receberão toda a informação detalhada.

Expresso 1773

Hoje nas bancas: >Futuros com transacções pop transatlânticas no feminino, featuring Domino Cherry e Freezepop . Se outras virtudes não tivessem (e têm, oh yes), tinham pelo menos a virtude de ter dois magníficos nomes para bandas pop.

UM1

Ok, o UM que tem o número 1 chega amanhã às Fnacs. Se tudo correr bem, pela manhãzinha. Se correr razoavelmente, durante o dia de amanhã. Se a Fnac em que se está a pensar ficar afastada do Porto e de Lisboa, é possível que, desgraçadamente, esta edição só aterre por lá já na sexta-feira. Dores e atrasos de parto. Da próxima já se será mais pontual, na outra a seguir nem se fala, à quarta basta transmissão de pensamento e zumba. O UM1 de amanhã traz as seguintes matérias: Capa - Kode9 + The Spaceape Mixtape - Nuno Prata percorre o MySpace à procura de música portuguesa Gerador - Ruben da Costa, CMYK Eu - Álvaro Costa explica que há um AYT/DYT (Antes do YouTube/ Depois do YouTube) Monitor - Nelson Calvinho conta porque quis a Google adquirir o YouTube. Cansei de Ser Sexy - São oficialmente a banda brasileira do momento. Tamanho atrevimento electro-rock chegou aos ouvidos da Sub Pop, que mais uma vez estava no sítio certo, na hora certa. Por André Gomes. Most People Have Been Trained t...

UM @ JN

Conciso e directo ao assunto, como deve ser. Não fosse o Village Voice haver-se tornado momentaneamente a Village People, e tudo seria perfeito.

Serviço Noticioso

>Agora é que vai ser (deve ser; claro que vai ser; vai ser mesmo): o nº1 do UM, jornal de arte e entretenimento, gratuito e quinzenal, dirigido por yours truly, estará nas mega-lojas Fnac de todo o país de hoje a oito dias (i.e., quinta-feira 19). Mais novidades daqui a nada. >Barómetro de leituras periódicas de Outubro, blogues à parte? As publicações musicais mais decentes que por aí andam nestes dias são a Plan B , a Word (de longe a melhor das revistas geriátricas, tanto por mérito próprio como por total e catastrófica desistência da anterior lider, a Uncut), a Wire (ligeiramente mais digerível desde o facelift editorial e gráfico de há poucos meses atrás) e a Fact . Das publicações para-lá-de-musicais, o melhor é seguirem pela Vanity Fair , por The Believer e por The New Yorker . Online? O Popjustice ganha a todos de goleada, mas também se recomendam os textos de Tim Finney, Philip Sherburne, Martin Clark, Dave Stelfox, Nitsuh Abebeh e Jess Harvell para a Pitchfork . E chega...

Samuel Jerónimo

Ele tem um óptimo novo álbum a sair chamado Rima . Há dois anos já havia feito outro álbum óptimo, sobre o qual escrevi o que se segue para o jornal Blitz, em Setembro de 2004: Samuel Jerónimo Redra Ändra Endre de Fase Thisco Jorge Manuel Lopes Apesar da formação musical em guitarra, a deriva estética de Samuel Jerónimo tem levado a um aprofundamento de preceitos conceptuais/ experimentais que fazem com que o seu álbum de estreia seja dominado pelo som do piano. Os primeiros instantes de «Redra» deslizam sobre uma base rítmica repetitiva de gamelão que vai acolhendo tonalidades novas. Há uma rebelião suave aos três minutos, com um novo cacho percutivo metálico mais tenso a iniciar uma cintilante viagem acumulativa, pulsação com recheio de hologramas melódicos. Ao minuto sete, o objecto das sevícias passa a ser o piano, atacado nos tons mais graves com violência matemática. Cenário: Keith Jarrett numa trituradora eufórica, um pianista em fúria cocainómana numa sessão de cinema mudo, ali...

2006 > 3º Balanço Trimestral

Sim: >2nd Phase - Wiley >Loose - Nelly Furtado >King - T.I. >Who Needs Actions When You Got Words - Plan B >First Thought Best Thought - Arthur Russell >Tiny Colour Movies - John Foxx >Future Sex/ Love Sounds - Justin Timberlake >Don't Let Stars Keep Us Tangled Up - Cortney Tidwell >Waters of Nazareth - Justice >Blue Collar - Rhymefest >Weekend Without Makeup - Long Blondes >Resistentes - Nigga Poison >10 Anos Depois - DRSax >Systems of Romance - Ultravox >Yeah - Def Leppard >Idlewild - Outkast >Paris - Paris Hilton >Memories of the Future - Kode9 + the Spacepae >North Sea Radio Orchestra - North Sea Radio Orchestra >London Bridge - Fergie Talvez: >Cães aos Círculos - Alexandre Soares & Jorge Coelho (ok, já se ouviu o trailer; cadê o filme?) >4 Play - Yella >Back to Basics - Christina Aguilera >B'Day - Beyoncé >Listen Up - Gossip >Im My Mind - Pharrell >Todd Smith - LL Cool J >Diana - Diana ...

Expresso 1769

Hoje nas bancas: >Actual com Futuros dedicados na íntegra ao magnificamente sombrio e a-planar-introspectivamente-sobre-urbe-congestionada-num-futuro-incerto Memories of the Future de Kode 9 + The Spaceape . (E uma nota breve para agradecer todas as mensagens abaixo publicadas sobre a catraia que há três horas atrás celebrou duas semanas de existência; assim como todos os comentários e sugestões deixados sobre o UM; assim como, já agora, a todos os emails que estou a deixar sem resposta. Só para dizer que tudo isso vai sendo lido e, sobretudo no caso do feedback relativo ao UM, devidamente anotado e geralmente tido em consideração. Outras actividades têm impedido o normal desenrolar desta e de outras emissões - que mais tarde ou mais cedo lá acabarão por voltar a um, errr, desenrolamento normal.) (Ainda sobre o UM: a saída do nº1 saltou de Setembro para Outubro. Very sorry. Watch this space.)

Sofia

Sábado, 9 de Setembro de 2006, 05h35, Hospital Pedro Hispano, Matosinhos. Olhos despertos, corpo franzino. Amo-a. (canção na cabeça que vai ficar agrafada à memória deste dia: "Stars Are Blind", Paris Hilton; ainda bem que, no trânsito aleatório e indiscriminado de música através do corpo, calhou ser uma boa canção)

Entrevista

A Ana Luzia fez um trabalho chamado A Crítica Musical na Imprensa Portuguesa, na conclusão do 4º ano do curso de Comunicação Social do ISCSP da Universidade Técnica de Lisboa. Para esse trabalho, entrevistou-me a mim, ao Vítor Belanciano, ao Nuno Ferreira e ao Luís Lamelas, da Universal. É um trabalho útil numa área que, imagino, deve estar quase deserta em termos de produção teórica-universitária em Portugal. Com a devida autorização, aqui está, na íntegra, a minha entrevista: 1 - Há quanto tempo trabalha em crítica musical na imprensa? Desde 1995. 2 - Antes disso, qual foi o seu percurso, profissional e académico? O meu percurso profissional começou em simultâneo com o percurso na crítica musical em imprensa – Blitz, Fevereiro de 1995. Em termos académicos, e após a conclusão do 12º ano, frequentei os quatro anos do curso de Comunicação Social da Escola Superior de Jornalismo, no Porto – de 1989/1990 a 1992/1993. Deste curso obtive o grau de licenciatura em jornalismo internacional, ...

UM @ JornalismoPortoNet

Notícia sobre o UM no JornalismoPortoNet .

Expresso 1765

Amanhã nas bancas: >Futuros no Actual em redor do vinil, de The Long Blondes e dos Gossip . >Mini-reportagem/ balanço do Festival de Paredes de Coura.

UM

Está desde ontem nas megastores da Fnac o nº0,5 do jornal UM. Se não estiver em local visível, peçam-no à vontade. O jornal UM terá periodicidade quinzenal e é e será gratuito. Começará as suas edições regulares a partir de Setembro. O nº0,5 do UM dedica a capa ao festival de Paredes de Coura e aí deverá ser também oferecido, em alguns dias. A ideia do UM, o planeamento, os seus alicerces, são obra do Jorge Coelho. Eu dirigo-o. O Eduardo Sardinha edita-o. O França Gomes cuida do grafismo. No momento do arranque, tem colaboradores já com trabalho e talento mostrado em papel impresso (Pedro Gonçalves, José Marmeleira, André Gomes, Luís Bento, Nelson Calvinho, Tiago Gomes), e outros que, salvo erro, chegam agora ao papel impresso (Ana Patrícia Silva, Rita Carvalho, Rodrigo Nogueira, Nuno Pereira, Diogo Silva). Há dois convidados no nº0,5 do UM. O Amilcar Correia, com um artigo de opinião. E o Adolfo Luxúria Canibal, com uma mixtape comentada. O nº0,5 é uma amostra do que poderá ser o UM. ...

Expresso 1762

Hoje nas bancas: >Actual com artigo sobre o fim do Top of the Pops .

Expresso 1761

No Actual, amanhã nas bancas: >Futuros com Who Needs Actions When You Got Words, de Plan B .

1992

(Recapitulando: Listas de discos do ano que faço desde 1982 - é só procurar as anteriores a 92 no arquivo deste blogue. Dizem o que gostava no momento em que as fiz - i.e., nos anos em questão, salvo infelizes "remendos" estalinistas nas primeiras listas, devidamente identificados -, não dizem se ainda gosto do que gostava, ou se gosto tanto como então gostava. Alguns discos até devem estar na lista do ano errado. Paciência. De 92 quase nada ouço agora, de alguns nem me lembro - já não sei o que faziam os Idefix. Relaciono-me com muito pouco disto agora, são poucos os que me imagino sequer a escutar agora (excepto Orb, FSoL, Fatima Mansions, R.E.M., S.Vega, Stereo MCs), e bastantes aqueles que dificilmente aguentariam um embate auditivo neste momento (Hiphoprisy, Pavement, T.Waits, RHPainters, LReed, NCave, PJHarvey, MRMasónica,...). Explicações? Talvez porque 92 esteja agora naquele intervalo temporal onde reina a exaustão: ainda na antecâmara de um passado remoto e reapreci...

Londres

12 coisas sobre Londres em dois dias de Julho: A cidade está preparada para o frio. Não está preparada para o calor. Com temperaturas acima dos 30 graus durante o dia e pouco abaixo dos 20 à noite, torna-se uma versão imensamente superior do Algarve: mais ou menos a mesma população, se bem que com muito mais estilo; infelizmente sem as praias. Por toda a parte surgem ventoinhas e caixotes de ar condicionado portátil. Por toda a parte menos no metro, que se transforma num inferno. Mais calor = mais poluição. A rede de metro parece derreter-se ao Sol. Há várias estações encerradas para restauro, com previsão de abertura para o fim deste ano ou para algures em 2007. Há linhas com os horários estraçalhados – “falhas de comunicação”, dizem as vozes off; quando uma composição se materializa, ou vem tão cheia que nem se sai do cais de embarque, ou se entra e se começa a derreter em suor. Há estações que fecham de repente porque o tráfego está marado e que reabrem cinco minutos depois. Há esta...

Hot 97

A estação de rádio, o edifício, os tiroteios, o hip-hop, Nova Iorque, a máfia, os carpinteiros, os elevadores, as sessões de estalos ao vivo em directo, a mulher branca de Ice-T... Tudo em The New Yorker .

Livros II

Já de 1991, mas aparentemente com o tipo de ligações interculturais que interessam ser pensadas: Citadel Culture , de O. K. Werckmeister.

K-Green

"At least since More Brilliant Than Sun , disco, techno and house's (non)roots in white synthetics have been exposed - Moroder inducting Donna Summer into a labyrinth of synthesizers, Chic wanting to be Roxy Music, Cybotron stealing Ultravox's accents and sound - but Cupid & Psyche's function as a template for contemporary R and B is far less rehearsed. Specifically via its influence on Jam and Lewis's production of Janet Jackson's epochal Control, but more generally through its intuition - or entrepreneurial leap - that the flesh and blood of (what was then called) Soul could be sutured with hip hop's artificiality and abstraction machine, Cupid & Psyche instituted a 'new paradigm' for globalized Pop." (K-Punk, a partir de White Bread Black Beer, dos Scritti Politti. Texto completo. )