6 de julho de 2009

The Prodigy @ Expresso

No Actual deste sábado houve peça minha com entrevista a Keith Flint e mini-antevisão do Optimus Alive! 09.

40 comentários:

Beep Beep disse...

E um fã dos David Mateus já disse q tinhas a sensibilidade de um abacate!

Jorge Manuel Lopes disse...

Então a banda não é vegetariana e amiga do ambiente e essas coisas todas? Para a coisa fazer mais sentido, acho que devia ter escrito que tinha a sensibilidade de um Big Mac, ou de uma fatia de pudim Abade de Priscos, com a gelatina de porco para ali a abanar...

Shadowboxer disse...

Eu li a sua peça para o Expresso e fiquei completamente repudiado pela quantidade de imparcialidade que lá demonstrou. Eu sou fã de Metal( vou dia 9) e gosto bastante dos Prodigy( vi-os no Marés Vivas) mas nunca seria capaz de escrever da forma como o Sr. Jorge escreveu. Acho que como jornalista, deve seguir o código deontológico da sua profissão e ser imparcial em todos os momentos. Apelidar de soporífero a DMB até pode ser verdade, mas não deve ser feito num artigo para o Expresso, pois pode ferir algumas susceptibilidades de fãs da banda e por consequência fazer com que essas pessoas deixem de ser leitores dos jornal. Espero que tenha isso em conta nos seus próximos artigos. Cumprimentos.

Jorge Manuel Lopes disse...

Vou lembrar-me disso nos próximos 4, 5 artigos, mas não terei em conta. Saudações.

Shadowboxer disse...

Não terá em conta? Então acha que o que fez está correcto? Não vê necessidade de ser imparcial nos seus artigos?

Jorge Manuel Lopes disse...

Caro/a Shadowboxer, a imparcialidade que conta é aquela que se deve tentar ter em relação a grupos de pressão económicos, políticos, desportivos, culturais, etc.

O que me parece que está aqui em causa é mais uma questão de gosto: de uma peça de antevisão de um festival com dezenas de artistas é de esperar, entre outras coisas, que se aponte o que pode ser ou não mais importante e/ou apetecível. (Pelo menos eu, como leitor, espero de um texto esse esforço de interpretação.) Essa filtragem também mete ao barulho a sensibiliadade de quem assina o texto? Também.

Shadowboxer disse...

Eu acho que a organização do Alive não iria gostar muito de ter certos jornalistas a dizerem que x banda não merece ser vista em prol de outra. Até porque este artigo seria uma entrevista com os Prodigy, não necessariamente uma artigo de opinião de um reporter. Eu e várias pessoas que lemos o artigo estávamos à espera de ler uma entrevista dos Prodigy e acabámos por ler isso e um artigo de opinião...

Jorge Manuel Lopes disse...

Não acha bizarro exigir "imparcialidade" a um jornalista e depois achar importante mencionar que a "organização do Alive não iria gostar muito de ter certos jornalistas a dizerem que x banda não merece ser vista em prol de outra"?

Ou seja, está a sugerir que, neste caso, "imparcialidade" implica, para si, não escrever coisas que desagradem à organização do Alive?

Shadowboxer disse...

Obviamente que não. O exemplo que dei do Alive foi para provar que pode ferir susceptibilidades ao dar a sua opinião pessoal num espaço que devia ser de Jornalismo. Eu sei a diferença entre um Jornalista e um Comentador, até porque estudei isso. O senhor neste artigo, não foi só jornalista, também foi comentador. Aposto que não ficaria contente de ver um pivot da RTP a dizer " banda para drogados" no fim de uma peça dos Prodigy ou ficaria?

Jorge Manuel Lopes disse...

Não vejo o problema em chamar-lhe "banda para drogados". Acredito que, em determinados períodos da carreira deles, a maioria da assistência teria o cérebro forrado a ganza ou a pastilhas ou sabe Deus que mais. E se por "drogados" o pivô estivesse a referir-se a todos os admiradores da banda que alguma vez tivessem tomado alguma substância ilícita, suponho que isso englobaria, não sei, uns 99,8% dos ditos admiradores.

Portanto, se um pivô da RTP declarasse que os Prodigy eram uma "banda para drogados", estaria a ser tão correcto (e, atrever-me-ia a dizer, "imparcial") como eu ao afirmar que a DMB faz uma papa rock cuja única função válida que me ocorre é a indução do sono profundo.

Shadowboxer disse...

Eu acho engraçada a maneira como afirma essas coisas. Fez algum estudo para comprovar que 99,8% dos fãs de Prodigy já consumiram drogas? Quanto a DMB, ainda não percebeu que para si pode dar sono, mas para milhares de pessoas não dá. Como jornalista é vergonhoso que não tenha isso em consideração.

Beep Beep disse...

A crítica musical é uma profissão opinativa, logo parcial. Dizer que os DMB são bons pq mta gente gosta deles é tão parcial como dizer q eles são chatos.

Shadowboxer disse...

Mas numa entrevista aos Prodigy, que sentido faz de chamar sonolentos aos DMB e dizer que placebo e blasted não são dignos de ir ver? É pura parcialidade da sua parte num artigo que deveria ser imparcial. Se fosse num artigo de opinião, poderia escrever isso à vontade, mas neste artigo é totalmente inadequado.

Jorge Manuel Lopes disse...

Caro/a Shadowboxer, eu diria que estamos naquele ponto da conversa intitulado "tu ficas-te na tua, eu fico-me na minha". Ou algo parecido.

Beep Beep disse...

Acho que se pode fazer uma antevisão do festival, com as devidas recomendações positivas e negativas, junto a uma entrevista. Até se o espaço disponível assim o obriga.

teardrop disse...

O seu artigo é, de facto, uma pérola. O senhor demonstrou tanta capacidade para o rigor e imparcialidade jornalística, que até me pus a imaginar o sr. Pinto da Costa a apitar um jogo do FCP. Toda a gente percebeu a sua fabulosa homenagem aos Prodigy e, até aí, tudo corria bem. Quando a conversa passou para além dos Prodigy, passou de jornalista para comentador musical, provavelmente por não ter palavras suficientes para preencher o espaço que o Expresso lhe fornecia e, então, "'bora lá acrescentar adjectivos!".
Diga lá senhor Jorge Lopes, é jornalista ou comentador?

Mas, ainda assim, parabéns! Conseguiu ter mais do que 2 comentários num dos artigos do seu concorrido (soporífero?) blog \o/

Fretless disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fretless disse...

Se os americanos descobrem este senhor, temos aí a III Guerra Mundial.

http://www.youtube.com/watch?v=ypaH1Gj6VIs
Se conseguir dormir ao som desta música, dou-lhe os meus parabéns.

"a DMB faz uma papa rock cuja única função válida que me ocorre é a indução do sono profundo"
Gostos são gostos e aqui ninguém é obrigado a gostar disto ou daquilo, mas escrever isto deveria dar direito a nunca mais opinar sobre música em meios de comunicação lol

P.S: Quantos álbuns desta banda, de Placebo e de Blasted Mechanism já ouviu do fim ao inicio? Quantos concertos destas mesmas bandas já teve a hipótese de presenciar? Obrigado

Beep Beep disse...

Eu ouvi a versão de Dylan, e só posso dizer que o Hendrix deve estar a dar voltas na campa, sobretudo quando ouve aquele solo parolo de saxofone. Parece-me um equivalente musical àqueles gajos que fazem culturismo 15 horas por dia, e depois não conseguem mandar uma queca nem que a vida deles dependa disso! Não sou jornalista e podem ver o que gosto no link do meu nick.

Mas, como sempre, as pessoas reagem muito bem a quem expressa gostos diferentes dos seus num espaço onde é MESMO (um crítico é jornalista ou comentador? hmmm....) suposto expressar gostos. Noto perfeitamente a sua "imparcialidade".

scatterbrain disse...

Houve algo que não compreendi... referiu que a imparcialidade "é aquela que se deve tentar ter em relação a grupos de pressão económicos, políticos, desportivos, culturais, etc."
A música é cultura, ou então sou ignorante ao ponto de pensar que sim...

Beep Beep, esse solo parolo de saxofone, é só de um dos maiores saxofonistas chamado de LeRoi Moore. Era um saxofonista de enorme talento e alma. Alma que colocava na música como muitos poucos músicos sabem fazer... A morte de LeRoi é uma enorme perda para a música, pena que cá em portugal poucas pessoas percebam isso...

vfbrito disse...

Gostos são gostos e não é isso que se põe aqui em causa.
Desde há 10 anos que aprecio e sou fã de DMB e não me ofende minimamente que alguém me diga que não gosta, sinto-me ofendida sim quando leio comentários que são feitos levianamente como "papa rock" ou "solo parolo de saxofone", mas também tratando-se isto de um blog sem qualquer tipo de referência pouco me importa.
Importa-me sim quando o mesmo acontece num jornal como o Expresso onde quem de direito ali escreve acaba por se esquecer do seu lugar e transcrever as suas opiniões pessoais. Como você próprio disse "tu ficas-te na tua, eu fico-me na minha" então para a próxima faça-nos um favor e abstenha-se de impôr o seu cunho pessoal nas críticas que faz, porque sabe que mais? Ninguém está minimamente interessado nos seus gostos musicais.

Beep Beep disse...

Prefiro a alma e o talento do John Coltrane, do Maceo Parker ou do Steve Mackay. Aquele não me dizia nada, por mais técnica que tivesse.

Ainda bem que a morte que "poucas pessoas percebem" é de uma banda cabeça de cartaz de um festival.

A propósito, o artigo polémico dizia bem de várias bandas. Essa parte não recebe reclamação por ser "parcial" porquê?

Beep Beep disse...

vfbrito - Ainda bem que o interesse é tão nulo que peça para alguém não dar a sua opinião, ou escreva num blog sem importância. O que é uma crítica sem gosto pessoal? Escreva um texto crítico sobre os DMB sem gosto pessoal.

Eu já tive que aturar gente que disse coisas piores por eu não gostar dos DMB. A música vivida com paixão é assim. Dizemos coisas fortes com convicção. Eu dizer que achei aquela versão da "All Alonge The Watchtower" péssima, moliquenta e assexuada é tão convicto quanto os que dizem que eles são a melhor coisa que existe do rock de hoje, e que são músicos cheios de "alma" (termo com múltiplas definições).

Não vos percebo. As críticas que saem em jornais, revistas e sites são 95% das vezes positivas. Mas quando alguém diz mal de alguma coisa, os que habitualmente não lêm saltam logo a correr com o estereótipo do "Só dizem mal!" Eh pá, um gajo não gosta deles e disse-o. E depois? Sigam em frente, porra!

Bonifácio Faustino Ancliquio disse...

Bem eu venho aqui apenas retratar o o que eu acho de DMB!
O artigo deste blogueiro, vale o que vale é a opinião dele....e está no direito dele, agora sendo jornalista deverá fazer um estudo prévio do que vai retratar e depois retratar de forma isenta.
Na minha profissão, quando tenho alguma tarefa, faço uma avaliação inicial, do que tenho a fazer e depois é que a vou cumprir.
Agora sobre a DMB, não é uma banda fácil de ouvir, é para ouvintes com algum gosto musical, não são fáceis, porque quando tocam ao vivo, gostam de se divertir! Não há dúvidas que qualquer elemento da banda é um excelente músico, agora dizer que dá sono!?!? A prova, é que quando em 2007 eles tiveram tanto sono e o público português também o teve...que tocaram perto de 3 horas de música! E lançaram um cd dessa noite. Mas como é óbvio 2 horas e meia desse cd eram eles a tocar músicas de embalar e o público a ressonar!
Um bem Haja

scatterbrain disse...

Beep Beep, eu não tenho nada contra opiniões pessoais, uns gostam, outros odeiam, simples. Não te esqueças que o que originou isto não foi simplesmente o "não gostar", mas sim a adjectivação sem fundamentação. Só isso.


Já agr, só um aparte, DMB veio a Portugal em 2007 como uma aposta pessoal do Sr. Álvaro Covões, da EiN, correu bem, estiveram lá 18000 pessoas e o concerto até foi editado como Live Trax. Agora, 02 anos depois, a aposta mantém-se. E não devido à morte de ninguém, pois em 2007 o LeRoi ainda nos brindou com o seu talento.

vfbrito disse...

Beep Beep não sou nenhuma entendida na escrita de críticas musicais, políticas ou o que quer que seja, por isso dificilmente seria capaz de escrever uma, mas sempre me pareceu que estas quando feitas por profissionais deveriam abster-se da opinião pessoal.
Mas posso lhe dizer que já li inúmeras críticas bastante negativas feitas a DMB até pela mão de quem é o seu admirador mais ferrenho às quais não tenho um dedo a apontar, porque foram feitas com conhecimento e devidamente justificadas, concorde eu ou não com as mesmas respeitei-as.
Não foi isso que vi neste artigo, vi 3 ou 4 bandas a serem simplesmente descartadas com um único adjectivo sem qualquer justificação válida.

Beep Beep disse...

Scatter - Eu presumo que a falta de "fundamentação" tenha sido a falta de espaço. Não houve lugar para uma antevisão completa do festival, por isso foram feitos pequeníssimos apontamentos negativos E positivos. Claro que foi aposta pessoal, mas que é uma banda muito popular não tenho dúvidas. E atenção que não tenho nada contra isso. A minha banda favorita são os Radiohead

vfbrito - Quando lê um coluna de opinião de um qualquer comentador político, espera ausência de opinião pessoal? Eu vejo a crítica musical como um equivalente. O JML já disse mal de muitas coisas que eu gosto (ex: White Stripes, Pearl Jam, A Silver Mt Zion, TV On The Radio), mas continuo a achar, lendo as críticas dele, que é das pessoas que melhor pensa e escreve sobre música em Portugal. Atribuo aquilo que aponta como errado no texto dele ao pouco espaço disponível.

Agora digam-me: Temos um indivíduo a dizer que os DMB são para pessoas "com algum gosto musical". Não é isto igualmente insultuoso aos vossos olhos? O que sabe esta pessoa sobre o meu gosto?

Bonifácio Faustino Ancliquio disse...

Caro Beep Beep,

O que eu queria dizer, sobre " o algum gosto musical" não é de ser ouvinte de música, mas perceber música!
Para estudantes de música, compositores de música, profissionais do mundo musical, era a esses que me referia, talvez as minhas palavras não tenham sido as mais correctas....
Mas o que queria dizer, era para que quem "percebe" de música a DMB é um conjunto de músicos bastante complexo e que consegue fazer música de qualidade! Do ponto de vista técnico-táctico da música!

vfbrito disse...

Beep Beep é de facto a falta de argumentação para mim a grande falha deste artigo, se o espaço disponível não o permitiu, então creio que teria sido preferível não tecer tais comentários.
Para ser sincera não conheço muito do trabalho do autor mas se você acredita que ele é um bom crítico musical então faria uma proposta, se assim fôr interesse do mesmo, teria muita curiosidade em lêr uma crítica sua devidamente fundamentada em relação a DMB.
Como fã de DMB tenho verdadeira curiosidade em saber o que faz alguém gostar ou não desta banda.

Beep Beep disse...

Bonifácio - Aí entraríamos noutro campo de discussão, sinceramente. Penso que a música deve ser destinada a todos, e não a quem estudou os seus meandros técnicos. Nem acho que entrar nesse campo dê uma qualquer superioridade objectiva à música. Mas isso seria uma discussão longa.

vfbrito - Claro que seria curioso. Mas o JML é que sabe do seu tempo. Pessoalmente, a última coisa nova que ouvi deles foi o primeiro single deste novo disco, e considero que a proficiência técnica acaba diluída num rock muito calmo e amigo da rádio, que não é de todo ao meu gosto.

Fretless disse...

"Pessoalmente, a última coisa nova que ouvi deles foi o primeiro single deste novo disco, e considero que a proficiência técnica acaba diluída num rock muito calmo e amigo da rádio, que não é de todo ao meu gosto."

Concordo também, mas normalmente os singles para a rádio têm todos esse objectivo.

"Prefiro a alma e o talento do John Coltrane, do Maceo Parker "

Quem sabe o que é Coltrane ou Parker e depois escreve "solo parolo de saxofone"...Dá para desconfiar...

(Já agora DMB + Maceo Parker http://www.youtube.com/watch?v=Xc7HwQXSdeA)

O problema aqui, pelo menos para mim não é o escrever bem ou mal porque cada um escreve o que pensa, vai mais da forma como se escreve.

Beep és pago para responder a comentários? lol

Beep Beep disse...

Desconfiar? Acho que basta pensar num "Ascension" ou na música de James Brown com a participação do Maceo, e ver as diferenças de estilo. Aliás, acho o solo do Maceo na música que puseste um bilião de vezes mais excitante que o do LeRoi Morre na outra música. Mas não peço aos músicos que gosto que tenham o mesmo gosto que eu. Afinal, o gajo tocou com o Abrunhosa! :-D

Se alguém quiser começar a pagar-me, estejam à vontade! :-p

Anties disse...

Ora bem...vamos dar aqui uma instruçãozinha sobre música a toda a gente: Devemos de pelo menos passar duas semanas a ouvir apenas uma determinada banda com cuidado antes de fazer insinuações sobre uma ou determinada banda e a sua qualidade. Por exemplo, discordo totalmente com o facto dos Black Eyed Peas serem uma boa banda e eu oiço hip-hop. Ao vivo não dão uma para a caixa, em estúdio fazem um ou outra com ritmo e todos pensam que são os maiores. São os que vendem mais, isso é que é verdade.

Dave Matthews Band não chega aos tops dos tops mas para quem percebe bem de música (e NÃO estou a dizer isto à toa) percebe pelo menos a essência deste grupo. Se notassem a harmonia dos intrumentos, a cumplicidade na entrada destes e como as improvisações são feitas ao milímetro não duvidavam que havia qualquer coisa ali para além desse tal de "que não passa de rock suave" que insistem em falar.

Podem não ser o que algumas adolescentes achem ser o mais "in" ou o mais "hot". E não digo isto de todas obviamente mas as que fazem a maioria e apenas houvem esta ou outra música porque ela passa na MTV, nas novelas, etc. Se passassem Dave Matthews Band a toda a hora na MTV e nesses canaizinhos sem qualidade queria ver se não eram só pessoas a comprar CD's e a falar na banda. Isso ocorreu com outras actrizes que conhecia mas ninguém fazia a minima ideia quem era. A partir do momento em que as séries estavam no ar ficou logo conhecidíssima.

Queria ver se Dave Matthews Band já fosse assim tão conhecida por essas adolescentinhas com vontade de pertencer a algum grupo. Queria ver como era...nunca nada disto apareceria aqui porque este senhor nunca poderia publicar algo que atacava a maioria. Porque não vendia. Porque lhe caía meio mundo em cima.

Só tenho uma coisa a dizer: Calhou mal. Calhou mal porque a comunidade de fãs da DMB em Portugal viu este artigo e caíu em cima. E caíu porque está mal! Este pensamento do criticar o resto e estar nas tintas para o que não é popular está mal!

Por isso muita boa noite e salvo que das adolescentes em geral não digo mal (pois até sou uma) mas apenas daquelas que coitadas...só querem pertencer a um grupinho e têm de ouvir determinado tipo de música para isso.

Beep Beep disse...

Anties - Tb n gosto de BEP. Mas quer estes quer os DMB encheram o Atlântico. Onde está a diferença? É alguma questão de gosto "genuíno"?

Anónimo disse...

Beep Beep, não há questões de gostos genuínos na música ou em qualquer outra área, ou se gosta ou não!
Há que respeitar, e é precisamente nesse ponto que o seu texto se torna ofensivo para quem gosta de A ou B!
Tenho a certeza que também se sentiria ofendido se adjectivassem gratuitamente um gosto seu, sem dar qualquer explicação, no fundo JML passou 2 atestados,um de ignorância para quem ouve e outro de superioridade ao autor do texto!
Sempre apreciei o «estilo» introduzido pelo expresso há muitos anos atrás, é verdade que nem sempre concordei com algumas análises feitas em artigos de opinião, no entanto,quando a argumentação/fundamentação não me convenciam,no limite, o estilo de escrita evidenciava um grande respeito pelo leitor. Lamento dizê-lo mas neste artigo não consigo vislumbrar nenhum dos pontos atrás referidos!
Também já tive a prova que para o autor de nada vale a opinião de quem lê as suas palavras!
Haverá casos em que isso é positivo, neste caso concreto, dá-me a perfeita indicação, de que JML já aprendeu tudo o que tinha a aprender, dando-me ainda uma última indicação,«quem pensa que tudo sabe, não sabe nada»!!
Então, pergunto eu, para quê continuar a lê-lo???

Beep Beep disse...

Anónimo - Eu aceito que se escreva sobre um disco de forma mais ou menos veemente. Mas não sinto que quem escreva algo violento sobre um disco que gosto desrespeite os meus gostos, sobretudo quando percebo que tal é feito numa antevisão onde não existe espaço para mais. Nunca vi uma crítica que dissesse "Isto é mau, mas respeito quem gosta". E no entanto não tenho dúvidas que entre os amigos de quem escreve estará quem o faça. Quanto muito isso incentiva-me a encontrar argumentos para o defender. Como disse atrás, o JML disse mal dos TV On The Radio que eu adoro. Vi o concerto deles no Alive e achei excelente, tal como os discos deles. Teria todo o gosto em debater o mérito deles. Tal como a minha opinião negativa sobre os DMB não me impede de gostar de debater com quem os queira defender.

Mas claro que ninguém é obrigado a ler ninguém. Eu nunca deixei de ler ninguém por discordar de mim, mas isso é ao critério de cada um. Eu continuarei a ler, por todos os motivos já enumerados, e sobretudo pelas críticas positivas.

Anties disse...

Beep, Beep- Não sei se notou na diferença do público de BEP para DMB. Principalmente as idades, mas não só.

Em BEP havia pessoas que basicamente sabiam as músicas por saber, porque ouviram na rádio. Eu admito que sabia maioria porque dá na rádio...
Mas não havia a "magia", o tal de "quê" dos fãs. Note-se o que ocorreu na "Two Step". Duvido que tal tivesse ocorrido com o público de BEP...

Em Dave Matthews Band as letras eram sentidas e cantadas por fãs que o são há muito tempo.

A Questão meu amigo...que tantos outros não conseguem perceber está em que não é a quantidade que enche mas o espírito daqueles que enchem e a sua simbiose com a banda. Entende?

Não sei se já alguma vez ouviu "Tripping Billies" em alguma rádio portuguesa. Já agora se ouviu tem de me dizer em qual e quando porque eu nunca ouvi.

Passa "The Space Between", "Everyday" e sempre que se pede a alguma rádio Dave Matthews BAND eles passam "Love of my life" do Dave Matthews e do Santana. Já agora, será demais repetir que é uma BANDA? Bem...mas isso é tema de outra conversa.

A verdade é que aqueles que eram fãs e que ali estavam sabiam as músicas não porque passassem na rádio, se "ouvisse" e estivesse na moda ouvir mas porque gostavam. Porque acham que aquilo merece, deveras. Não cantaram com a banda por cantar mas com sentimento de fãs que não só ouvem mas sentem a música que lhes tem significado.

Beep Beep disse...

Anties - Eu não estive nesse dia, porque não vou pagar 40 Euros por um festival que pouco me diz. A minha namorada, que gostou muito de DMB na fase "Under The Table..." e "Crash" adorou o concerto, e não tenho nada a opor a isso.

Simplesmente, o facto de uma coisa passar na rádio ou não não é argumento que eu vá utilizar. Nem me apetece entrar em conversas e discussões sobre que fãs são genuínos ou não, ou quem cantava por paixão ou não. Tudo o que poderia dizer aí seria completa especulação. Para mim o facto continua a ser - ambos têm capacidade para atraír muito público, pelo que não faz sentido falar em banda incompreendida.

scatterbrain disse...

portanto, a palavra é mesmo "soporífero"? http://www.youtube.com/watch?v=GWN_4-a5gAI

Um gajo qualquer... disse...

Há pessoal que deve ter dormido muito bem no passado Sábado...

Nada como uma banda que evita o uso de Xanax.

:D