Sim, também é das "perdidas-em-combate" que mais tenho pena de se ter, errr, perdido em combate. Ela e o contexto modernista ZTTiano aonde isto tudo foi desaguar. A diferença notável entre este e outros bocados do jardim zoológico dos 80s e o que acontece agora (e sei que isto está a um milímetro de derrapar para o reaccionarismo puro) é que neste bocado de jardim zoológico celebra-se um arrojo formal e de conteúdo dentro de um contexto Pop. A inovação e a imaginação e a ousadia ouvem-se e vêem-se; ainda não foram transplantadas por inteiro para uma conversa absurda de formatos e ringtones e downloads WMA e o falo que os fornique a todos. O Slave to the Rhtyhm é um prodígio state of the art/ hi-tech nos 80s como nos 00s. Saiu originalmente em vinil...
João Salaviza e Renée Nader Messora foram para o miolo do Brasil, rodaram um filme agora estreado ( Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos ) e montaram exposição ( Carõ: Multidões da Floresta ). Encontrei-me com eles em Guimarães e deu nisto, para a Notícias Magazine .
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A diferença notável entre este e outros bocados do jardim zoológico dos 80s e o que acontece agora (e sei que isto está a um milímetro de derrapar para o reaccionarismo puro) é que neste bocado de jardim zoológico celebra-se um arrojo formal e de conteúdo dentro de um contexto Pop. A inovação e a imaginação e a ousadia ouvem-se e vêem-se; ainda não foram transplantadas por inteiro para uma conversa absurda de formatos e ringtones e downloads WMA e o falo que os fornique a todos.
O Slave to the Rhtyhm é um prodígio state of the art/ hi-tech nos 80s como nos 00s. Saiu originalmente em vinil...