6 de junho de 2006

IP, JL

Every week, NME/Sounds etc would be parsed over the pub table and thrown away in distempered disappointment and disgust, because NO ONE HAD ANYTHING TO SAY; so therefore there was nothing TO discuss. If X says "Oh, its just how we play" you can accept it (and buy the 7" and play it and forget it) or you can reject it, but you cant really DISCUSS it, and DISCUSSION was half the point. All these bands, they finally get given this "space" (another buzzword), and all they can say is - in the voice of Nigel Tufnell after long pause saying "This one goes to 11" ... "We make this noise," and wanting to be patted on the head for it.



Sim, porque importa deixar bem claro que há maus leitores. Que é um mau leitor? Deixemo-nos de infantilismos: o leitor que discorda de uma qualquer leitura crítica não é um mau leitor — é mesmo, potencialmente, um dos melhores leitores possíveis, já que mantém uma relação dialéctica com aquilo que lê e parte, por sua conta e risco, para a construção de um ponto de vista tão pessoal, e tão irredutível, quanto o do próprio crítico. O mau leitor é aquele quer atribuir uma força de lei ditatorial àquilo que diz, ou escreve, a partir, não das suas ideias, mas em função de um “erro” de origem do próprio crítico. Infelizmente, a facilidade e os automatismos da Internet têm multiplicado a irresponsabilidade de tais discursos.

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